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A mostrar mensagens de Abril, 2018

Altruísmo de proximidade

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Olha à tua volta. Vês alguém que precisa de ajuda? Um amigo, um colega de trabalho, uma pessoa com quem te cruzas todos os dias ou um desconhecido. Qual delas não hesitarias em ajudar? Estas são questões para as quais procuro respostas e nem sempre encontro.

O que há disponível para poder ajudar?
Ajudar os outros é mais fácil quando integramos projetos de voluntariado. Nos que já participei, como o Banco Alimentar Contra a Fome e na Refood,  somos um dos elementos de uma cadeia muito bem montada e oleada. O primeiro passo é sempre o mais difícil. Perceber que podemos fazer a diferença. O nosso tempo ganha outro valor e a sensação de contributo para o bem dos outros é altamente recompensada.

E no dia-a-dia, posso fazer alguma coisa?
Quando vou, confortável no meu carro, e vejo uma pessoa de idade com sacos de compras, a caminhar com dificuldade, pergunto se precisará de ajuda. O primeiro impulso diz-me que sim, que devo ir ao encontro dela e ajudá-la. Mas depois lembro-me de uma vez e…

A Liberdade vive dentro de ti

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Faz a tua própria revolução.
Desfaz-te do que te prende, que não te deixa avançar e alcançar a felicidade.
Solta-te das amarras do passado, das palavras que ecoam na tua cabeça, dos gestos que ainda sentes na pele e ganha coragem para uma nova etapa.
Liberta-te do peso do que te faz sofrer e centra-te no que te faz ser feliz e realizada.

Faz a tua própria revolução.
Aceita-te. Assume as tuas dificuldades, os defeitos, as fragilidades.
Sê autêntica. Mostra as tuas emoções. Diz o que te vai na alma.
Rodeia-te de quem te faz feliz e que não te quer mudar.
Agradece ao universo todos os momentos da tua vida.

Faz a tua própria revolução.
A Liberdade vive dentro de ti.


Não sei andar de bicicleta 🚲

[foto: Chayenne Tessari Zanol, Unsplash]


Com uma t-shirt branca nunca me comprometo

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Ser fashion e seguir as tendências da moda não é muito a minha praia. Acho piada a algumas coisas que se usam, das cores ou dos padrões tendência (riscas, florais ou lisos), mas opto por apenas usar peças com que me identifico.
Nem sempre as opções são as melhores - em especial quando são fruto do impulso do momento -, mas quando compro uma determinada peça tem que haver ali uma empatia, um crush, que às vezes termina logo no provador.

Não tenho um estilo assumido. Privilegio o conforto e o casual, com alguma atualidade, mas sem arriscar muito. O facto de ter um emprego em que tenho de estar vestida com alguma formalidade e, simultaneamente, parecer descontraída, também não ajuda. Vou muito pelo momento em que estou e compro peças sem grande estratégia. "Estas calças são para usar ao fim de semana e esta blusa para o próximo jantar com amigos"... sai sempre furado... É algo que tenho de melhorar, talvez até optando por peças que se adeqúem mais ao meu corpo, sem perder a mi…

Bem acompanhada por um livro 📕

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Talvez tenha sido das melhores redescobertas dos últimos tempos: o prazer da leitura. De viajar pelos passos dos outros, de me surpreender com o sentido da história, me enternecer com as personagens. Gostar de um livro só pela capa, ser fiel a um autor, descobrir alguma coisa na história que me faz ver um acontecimento de outro ponto de vista. Ler para conhecer um destino para onde vou viajar, para me emocionar, para rir e até chorar. Viver uma época que já passou, conhecer melhor alguém que fez parte da História recente. Gosto do cheiro a novo, de passar os dedos pelas páginas e de marcadores de livros.

Em miúda gostava de me entreter a ler, na altura da coleção "Os Sete"ou de "Uma Aventura", saltando depois no secundário para os grandes como "Amor de Perdição" e "Os Maias". Talvez um salto demasiado grande, pois assim que entrei na universidade os livros mais técnicos ocuparam grande parte do meu tempo. Era uma fonte de conhecimento inesgotáv…

Um date com a minha filha

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A rotina do dia-a-dia vai fazendo com que o tempo para estar verdadeiramente juntos seja cada vez mais raro. Acordar, tomar banho, pequeno almoço, escola, trabalho, estudo, treino, explicação, ensaio, jantar, dormir. Este corre-corre deixa pouco espaço para uma conversa mais demorada, que vai pouco além do "como foi o teu dia hoje?". Uma troca de palavras sobre fugazes momentos do dia.

Se a mãe já não é a confidente das "cenas" do dia a dia, que hoje se partilham entre mensagens encriptadas, fotos e vídeos nas redes sociais, continua a ser importante encontrar o tempo para que a cumplicidade com os filhos se mantenha viva.

Às vezes lá se juntam os astros e consigo, entre o estudo de um e o ensaio do outro, ter uma conversa mais demorada com um deles. É bom porque têm toda a minha atenção e assim sentem-se mais à vontade para falar sem a presença do outro. Há segredos que se partilham, compromissos que se fazem e conselhos que se trocam. Abrimos o nosso coração, ri…

Amor gera amor ❤

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Desculpa, filho.
Todas as vezes que te gritei, só porque nesse dia as coisas não correram bem no trabalho e estava exausta.
Obrigado, filho.
Todas as vezes que, mesmo sendo uma tarefa tua, arrumaste o teu quarto, levantaste a mesa e foste pôr o lixo na rua sem que eu te pedisse.
Bom dia, filho. Toma o meu sorriso.
Mesmo nos dias em que só me apetece ficar no meu canto, sossegada e não falar com ninguém.
Amo-te, filho. Toma o meu abraço
Mesmo quando as coisas não correm bem, mas estou ao teu lado para as resolvermos juntos.
Parabéns pelo teu trabalho, filho.
Pelo teu esforço, dedicação e empenho.
Eu acredito em ti, filho.
Mesmo quando estás frustrado por não conseguir fazer uma tarefa, mas mesmo assim avanças.
Eu sei que consegues, filho.
Quando me deixas que te ajude, mesmo que seja numa ínfima parte da tarefa que estás a realizar.

Sei que todos os Desculpa, Obrigado, Bom dia, Amo-te, Parabéns pelo teu trabalho, Eu acredito em ti e Eu sei que tu consegues vão fazer de ti:
a ser o pri…

Dar asas e deixá-los voar

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O meu filho está no 12º ano. É da área de ciências e desde muito cedo eram essas as matérias que mais gostava. Lembro-me que com cinco ou seis anos passava horas a folhear uma mini enciclopédia ilustrada, que levava para todo o lado e sabia de cor.

O seu percurso escolar é muito regular e pode dizer-se que é um bom aluno. Teve o privilégio de ter feito o pré-escolar e o 1º ciclo numa escola privada, mas todo o 2º e 3º ciclo e o secundário foram feitos num escola pública. Quando fez essa mudança, sentiu de imediato que o estímulo era diferente, pelo que sempre tive a preocupação de ir abrindo espaço para que conhecesse outras realidades e explorasse o que mais gostava, com idas a museus, exposições, workshops, atividades de férias, passeios. E aos poucos, os seus interesses foram ficando cada vez mais fixos naquela que é a sua área de eleição.

Aprendeu a gostar de estudar e a ser ambicioso na sua carreira académica. Sem lhe ter sido imposto nada, decidiu que vai para a universidade e …

Motivação procura-se

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Tenho dois inimigos. Dão pelo nome de balança e espelho. E ainda por cima gostam de "atacar" em conjunto. Suspeito que não sou a única que lhes tem uma inimizade natural. Isto porque, como qualquer pessoa, preocupo-me com a minha aparência. Aliás, vamos dizer as coisas como elas são: preocupo-me com o meu peso. A mais, no meu caso. E aqueles dois objetos caseiros lembram-me este facto.

Não é que me sinta mal com este peso excessivo, tem mais a ver com o meu bem estar, de gostar do que vejo. Sempre fui para o redondinha, mas como sou alta dá para ir disfarçando. Como dizem as nutricionistas, uma "falsa magra". Também não quero ser uma top model, mas gostava de perder algum volume.

Ter sido mãe, ter um dia-a-dia bastante sedentário e ter já ultrapassado a barreira dos 40 anos não ajuda, e lá ando eu às voltas para decidir o que como, o que bebo, o exercício que faço, os cuidados que tenho de ter com o corpo, o tempo que durmo.

Há cinco anos atrás consegui perder 13,…

A descoberta de uma nova paixão: a fotografia 📷

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Não sei em que altura nem porque motivo comecei a gostar de fotografar. Dizem que uma fotografia é imortalizar um momento e talvez tenha sido esse o ponto de partida: a ânsia de querer que aquele sorriso, aquele olhar, o efeito da luz ou apenas um pormenor, fique dentro de uma cápsula do tempo, para que o posso reviver para sempre.

Talvez esteja no meu ADN, pois o meu avô paterno era um amante de fotografia. A minha primeira foto foi-me tirada por ele, com 24 dias, ao colo da minha mãe, em casa mas com a luz natural a entrar pela janela. "Os bebés não podem ser fotografados com flash!", dizia. No ano do meu nascimento, foi também uma foto minha - que destronou os três netos mais velhos - a escolhida para o postal que desejava boas festas à família e amigos. Sentada no sofá, muito direitinha e redondinha, mas com um enorme sorriso. A felicidade pura!

Depois veio a época da série de fotos eu-e-os-meus-irmãos, com roupinha coordenada, em cores e padrões da época. Nas festas de…

Viver a amizade é a minha terapia

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Não acontecia há algum tempo, mas este fim de semana tinha várias coisas marcadas com amigas. Um jantar e uma ida ao teatro, uma caminhada na zona de Sintra e um almoço na vila e a participação na corrida Sempre Mulher. Ainda surgiu um convite de última hora para ir ao lançamento de um livro, mas com muita pena minha já não conseguia encaixar na agenda.

Que sorte que eu tenho! Foi um fim de semana em cheio. Repleto de coisas que gosto de fazer e com a melhor das companhias: as minhas amigas.
São grupos diferentes de amigas. Umas são do tempo da universidade, outras são mães dos amigos da escola dos meus filhos e outra ainda que conheci no trabalho.
Conversamos sobre tudo. Dos relacionamentos, dos filhos, dos pais, do trabalho, dos projetos, das viagens, das dietas, do exercício físico, da vida. Sem ordem e sem juízos de valor. Como dizem os brasileiros "jogamos conversa fora" e é tão bom.
Amigas com quem estive ontem e amigas que já não via há meses. Não interessa o motivo …

Substituí o "era uma vez" por "é desta vez"

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O primeiro passo é o mais difícil. Perceber que tenho de recomeçar. Assumir que o que correu mal tem de ficar fechado no passado. E o que foi bom vai ser a semente para uma nova etapa. Deixar ir o que não serve para mim e apenas guardar o que me faz feliz.
A vida é assim. Um dia está tudo bem e no dia seguinte parece que o chão desapareceu. E a opção só pode ser uma: começar de novo.

Levantar a cabeça, sarar as feridas. Não ouvir a voz que me relembra que falhei, que desiludi os que estão à minha volta. Reunir forças. Dentro de mim - o meu amor-próprio, as boas memórias. Dos que estão à minha volta - as minhas pessoas-sol, o seu amor por mim. Pensar positivo, não desistir.

Encontrar um novo propósito. Parar de pensar sobre o que não tenho e apreciar o que tenho, o que conquistei. O que realmente faz vibrar o meu coração? Um sonho que ficou por realizar? Alguma coisa que nunca experimentei? Ou que já tenho, mas ficou esquecida?

É preciso seguir em frente. Descobrir o que me faz sentir…

Não atravessar a linha

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Desde sempre ouvimos dizer que os adolescentes entram numa fase em que têm vergonha dos pais. É mais serem vistos com os pais naqueles que são os seus ambientes. Querem parecer "crescidos" e que conseguem fazer tudo sem os pais. Não quer dizer que não gostem deles nem de estar com eles, mas vivem uma "vida dupla", pois são financeira e logisticamente dependentes dos pais, mas simultaneamente querem parecer que são independentes.
É que este estado de independência é vivido todos os dias pelos adolescentes. Basta pensar, por exemplo, no facto que, desde muito cedo, estes miúdos têm o seu próprio smartphone, com todas as possibilidades relacionamento social que proporciona. Seu, pessoal e intransmissível. E intransponível. Blindado com passwords.
Por isso não nos espanta ouvir histórias de miúdos que querem que os pais o deixem na curva antes de chegar à escola, preferencialmente sem visibilidade deste o portão, para que os últimos metros sejam feitos como se fossem …

A incessante procura da solução

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Há uma coisa que me mexe com as entranhas. Tira-me mesmo do sério.
Se calhar todos acham banal, mas não sei se foi por não fazer parte da minha vida e não ter a ver com a minha personalidade, que me é difícil lidar com isto.

"A culpa não é minha"
"De quem é a culpa?"
"A culpa é dele"
"Vamos ver quem é o culpado"

Para mim qualquer destas situações parece-me que faz parte de um thriller,em que toda a ação da história está concentrada em encontrar o culpado. Parece aquele jogo da batata quente, que passa de mão em mão, até encontrar o "elo mais fraco." Passa a ser uma obsessão, uma tarefa que se tem de cumprir, rápida e implacavelmente.

É sempre o caminho mais fácil e o primeiro passo quando alguma coisa corre mal. "De quem a culpa?" ouvem os miúdos desde infantário. Na adolescência em casa "a culpa não é minha" é muitas vezes o princípio de uma longa conversa. Depois vão crescendo com este "peso em cima", a…

Amigos desde sempre e para sempre

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Os meus filhos já me ouviram dizer vezes sem conta: "Os irmãos são os nossos amigos eternos. Os que vão sempre gostar de nós, toda a vida".

Este discurso entra naquela parte em que os dois disputam a atenção e querem fazer valer a sua opinião, acabando sempre um de cada lado da barricada. Quando eram mais novos fazia parte do discurso de tréguas, na altura em que a disputa terminava com um "odeio-te!" ou "não quero mais ser teu irmão!". Mas o seu alcance vai muito para além de serem palavras bonitas.

Tenho dúvidas se este amor entre irmãos surge logo no momento do nascimento. O mais velho vê o seu estatuto de Príncipe-da-casa ameaçado e a mais nova tem de conquistar os seu território de Princesa-da-casa. Pode haver exceções, mas na maioria dos casos acho que é natural que assim seja. Há obviamente afeto, carinho, mas como em qualquer relação, a semente está lá e tem de ser cuidada.

A altura em que vi este vínculo ficar mais forte foi no momento da separa…

Tomamos um café?

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adoro café. o cheiro quando o grão é moído. o fumo que sai da chávena. o conforto do seu calor. o seu travo amargo.
a energia concentrada, que dispara. os goles demorados, que aconchegam.

o café é como um abraço. tem calor. tem afeto. tem carinho.
pode ser um gesto de circunstância ou demorado. mas tem sempre uma intenção. e provoca uma reação. boa.

o café significa pausa. um pit-stop para continuar. um momento em que é possível re-equilibrar o sim e o não. o vou ou não vou.

o café vem com amizade. com cumplicidade. com dois, ou mais, dedos de conversa. com sorrisos, com gargalhadas. com companhia. é muitas vezes o motivo que une e que reúne.

o café pode levar-nos a sítios bonitos. os mais clássicos, como a Brasileira, em Lisboa, e o Majestic, no Porto, que nos transportam para outra época. ambientes diferentes, mais ecléticos e urbanos, ou mais naturais e autênticos.

numa chávena. num copo. cada vez mais sem açúcar.
e há sempre tempo para um café.


Não sei andar de bicicleta 🚲

Os meus filhos merecem o melhor de mim. Sempre.

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Os meus filhos merecem o melhor de mim.
Merecem o meu sorriso. As minhas gargalhadas. O brilho nos olhos. As lágrimas de alegria. A palavra certa. O ouvido disponível. O ombro amigo.
Merecem que todos os momentos sejam positivos. Autênticos. Que tenham sempre uma intenção, um objetivo, uma direção. A minha. A deles. Juntos. Separados. Que os proteja. Que os deixe caminhar sozinhos. Que os guie no caminho. Que os deixe cair. E depois os ajude a levantar.
Merecem que os surpreenda. Que lhes mostre o mundo. Com intensidade. Com calma, para saborear. Que os deixe sonhar, explorar. Acertando o meu ritmo ao nosso ritmo. Que o meu exemplo como mãe, filha, mulher, amiga seja importante para a sua forma de estar na vida. Que cada passo que hoje dão, seja refletido no seu amanhã.
Mas que saibam que eu estou lá. Sempre. ~

Não sei andar de bicicleta. 🚲

Viajar com adolescentes ✈ Destino Paris

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Paris is always a good idea - como referido aqui - e a Cidade Luz foi o nosso destino de mais uma aventura a três - mãe e dois filhos adolescentes, de 17 e 14 anos.
Como prometido, descrevo em seguida o roteiro da viagem de cinco dias a Paris e algumas dicas (sempre úteis) para melhor preparar e usufruir este destino.

Dia 1
Este dia foi essencialmente a viagem de avião, que por um feliz acaso foi cancelada - e acabámos por fazer o voo mais cedo do que o previsto, o que deu para aproveitar mais um par de horas em Paris que não estavam previstas. Yupi!
Partimos de Lisboa e, pela primeira vez, levei o carro até ao aeroporto e deixei-o no P5 da ANA. Achei espetacular! Reservei online e paguei antecipadamente 25€ (5€ por dia), o que ao invés dos dois táxis para fora de Lisboa que iria ter de pagar (cerca de 30€ cada) me pareceu bem interessante. São oito minutos a pé até à zona das partidas do aeroporto, por isso fica a dica!
Viagem de avião pela TAP sem sobressaltos e chegada ao aeroporto…

Paris is always a good idea ✈🗼

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Paris, Paris. Durante anos esta viagem foi adiada. Por um motivo ou por outro. Aliás, minto. Já tinha estado em Paris, há cerca de dez anos atrás, mas resumiu-se a três dias inteiros na Disney, pois foi essencialmente para os miúdos desfrutarem do parque temático [o que, depois desta viagem, me deixa uma réstia de frustração quando me apercebo que, em menos de uma hora, poderia ter conhecido esta magnífica cidade].

Mas voltando ao presente.
Paris, Paris. Como é que eu demorei tanto tempo para te conhecer? Cada rua, cada edifício, os pormenores a cada esquina, os cafés, os monumentos, a História, a cultura, as artes. Tudo é soberbo e grandioso. Parece que entramos numa outra dimensão e, de repente, estamos a viver um momento da História da Humanidade - como a Revolução Francesa -, a ser uma personagem de um filme - como o famoso "O Fantástico  Destino de Amélie Poulain" - ou a fazer uma sessão fotográfica da próxima estação para a Louis Vuitton, numa das fabulosas pontes sob…

Teatro, uma forma de arte que cada vez mais me encanta

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Na semana em que se celebra o Dia do Teatro, fiz isso mesmo: fui ao teatro.
A opção foi o musical infanto juvenil "Sonho de uma noite de Verão", de W. Shakespeare, pela Companhia Palco 13, no Auditório Fernando Lopes-Graça em Cascais.
Uma sala interessante, um cenário cuidado, atores jovens, encenação ritmada e bem fluída, boa movimentação em palco, desenho de luz, sonorização e seleção de música excelente. Quem estiver a ler o que escrevi deve estar pensar: que entendida nestas coisas. Mas não, não sou entendida. Como para quase tudo sou uma curiosa, uma agregadora de informação, que aplico aqui e ali no que me interessa.

Não tenho grande recordação de ir ao teatro na minha infância, adolescência ou juventude. A memória mais recente que tenho foi depois de ter filhos, há cerca de 12 anos, onde o teatro - e outras formas de arte - começaram a fazer parte da rotina cá de casa. Na altura, uma amiga com filhos um pouco mais velhos que os meus fazia este tipo de programas ao fi…